Sábado, Julho 31, 2010

Ser eco é chique

"A moda está cada vez mais ecológica e arrojada. Desde plantas exóticas a sacos de plástico, vale tudo"


Não é por acaso que todos os dias acontecem milhares de eventos de moda eco em todo o mundo. O aparecimento de novos materiais é um sinal de mudança no mundo da moda. Quer seja a abertura de uma loja, um desfile ou uma festa, tudo é desculpa para aderir ao movimento Eco-fashion. A ecologia passou a ser uma preocupação da indústria têxtil, uma das mais poluidoras do mundo. Esta tendência começou a ser lançada nos anos 70, e em países como a Índia ou a China estes novos materiais já eram usados. Progressivamente, com a abertura dos mercados orientais foram descobertos materiais versáteis, originais e eco-sustentáveis, que se tornaram uma alternativa aos sintéticos. Nesta onda ecológica, a moda desportiva teve um papel fundamental ao optar por materiais com base natural, que impulsionaram um novo mercado. Vários designers têm vindo a apostar na mistura de fibras orgânicas e sintéticas, para garantirem uma maior durabilidade e conforto. Segundo os especialistas, o segredo está em saber misturar para que haja um valor acrescentado, seja pelo toque ou pela originalidade. Reciclar “lixo” e transformá-lo em peças únicas é outra alternativa.

Numa sociedade consumista cada vez mais consciente, o significado passou a ditar as tendências. A etiqueta e a origem dos materiais passou a ser um factor de escolha dos consumidores. A origem dos materiais, a forma como são produzidos e os danos que provocam no meio ambiente são as preocupações destes novos consumidores, que através das suas escolhas reflectem uma outra forma de estar. Nesta lógica de que “menos é mais”, a não austeridade ganhou maior destaque e as celebridades têm dado a sua quota-parte ao darem visibilidade a esta nova tendência. Umas das marcas pioneiras, a Benetton, começou por fabricar tecidos em cru que eram depois estampados, evitando o tingimento. Hoje, várias marcas copiaram este conceito e já têm à venda linhas 100 por cento ecológicas, como é o caso da Zara ou da H&M.

Os designers portugueses também aderiram à tendência. A dupla da Blindesign, Rita Melo e Rita Carrilho, foi reconhecida há algum tempo na New York Design Week com o projecto Revolta das Embalagens, que reutiliza lixo urbano, transformando pacotes de leite em malas prateadas com um aspecto amachucado.O estilista Ricardo Preto gosta de misturar tecidos orgânicos e sintéticos, e não utiliza peles. “Também acho importante dar uma utilização ao nosso lixo, aproveitando retalhos e tecidos. O Eco está a abrir-nos a porta para a roupa inteligente, criando peças vanguardistas e futuristas com novas funcionalidades. Mas o meu principal objectivo é o conforto e a durabilidade, porque gosto do conceito do vestido com uma história que passa de mãe para filha”, diz.

Na historia dos Story Tailors conta uma parceria com a Hyphen e a criação de uma linha exclusiva com protecção solar. “As roupas são fabricadas com fibras que não agridem o meio ambiente e são concebidas para peles sensíveis. As nossas colecções são praticamente só feitas com tecidos naturais, como a lã e o algodão. Os produtos sintéticos derivados do petróleo, se forem reaproveitados, são bastante úteis. Por isso, tentamos usar resíduos da indústria da madeira para criar materiais que podem ser reciclados e transformados em tecidos 100 por cento degradáveis”, observam, lembrando que a tendência eco não é novidade. “É uma falsa tendência de mercado, porque os próprios tecidos já nos foram apresentados há pelo menos cinco anos. E em Portugal, apesar de estarmos sempre atrasados em relação a estes movimentos, já está a ser implementada. Mas se formos quantificar as colecções das marcas ecológicas, representam apenas cerca de 5 por cento, e são normalmente peças básicas e de consumo imediato, porque são mais baratas.”Sem abdicar do look glamouroso e cool, há várias opções. Materiais como o bambu ou o plástico reciclado são só algumas das alternativas.

Por: Sofia Francisco
Portugal
www.maxima.pt
Leia Mais...

Dúvidas cruéis

Conversa (des)afinada, por Alexandru Solomon


Aproxima-se a hora dos debates. É verdade que, se vingar o modelo das eleições anteriores, teremos de agüentar uma coreografia desprovida de charme. Aquela história: um minuto para a pergunta, candidata D, sua vez: a quem deseja dirigi-la? Ao candidato G, só sobrou esse. (se o número de convidados for ímpar, azar!) Pergunte, então. Segue-se uma pergunta para um ‘nanico’ que está lá por alguma razão democrático-metafísica. De qualquer maneira, só sobrou esse. Candidato G, você tem três minutos para responder. O candidato G aproveita a pergunta sobre a distribuição de renda e mete o pau no Lula, (por exemplo) falando gatos e lagartos a respeito do mensalão. A claque petista vaia.

Agora, mais um minuto para a réplica e mais um minuto para a tréplica. Nada satisfeita com a resposta, D faz questão de repetir o que a “cola” ensina, trocando a pergunta por uma afirmação. Dirá que o coeficiente de Gini recuou 8% e cairá mais, graças ao PAC, à criação de empregos e ao fortalecimento do comércio exterior com o Gabão. Nem um pouco abalado, o candidato G resolve falar sobre a precariedade dos transportes – estradas esburacadas, operações tapa-buracos etc. O moderador intervém, mas G renova seus ataques. Afinal, ele está lá para garantir seu espaço político, puxar votos para a legenda, eventualmente, conseguir um cargo na nova administração. De qualquer maneira, alfineta: Caiu, né? Uma boa alma revela que quanto menor, melhor, mas a câmera focaliza a sala ou as mãos da candidata M, segurando o púlpito, e a reflexão se perde no éter.

Agora, num novo bloco, um jornalista dirige-se ao candidato S e pergunta "qual sua visão a respeito do aproveitamento da energia fotovoltáica no seu possível reinado". O candidato responde, aponta estatísticas, formula promessas.. Para comentar, o candidato A, investe contra o desabamento das obras no metrô de São Paulo, conforme combinado com “Eles”. Vaia da torcida do “Nós”. O candidato S insurge-se contra o trololó do interlocutor e faz um apelo para que o nível do debate seja preservado. A candidata D anui, sorridente e reflete em voz alta ser essa a sua maior preocupação. O moderador tenta restabelecer a ordem, mas agora todo mundo conversa com todo mundo e o azedamento do tom parece vingar. A campainha do moderador separa, a custo, os litigantes.

Depois de alguns minutos, chega a hora de deixá-los em paz e procurar um filme, levar o Bob para passear, ler um livro, qualquer coisa menos essa chatice, ao cabo da qual, os principais candidatos cantarão vitória e os coadjuvantes sairão com a agradável sensação do dever cumprido. Todos dizendo da própria dedicação ao povo, o qual unido, jamais será vencido- acrescentam num rasgo de originalidade.

Há inúmeros problemas que podem e devem ser discutidos em alto nível, mas isso só poderá se dar, deixando apenas “os três tenores”. OK. Um tenor e dois sopranos. Caso contrário se terá uma assembléia de gremio recreativo, não um debate.

Agora, a reflexão final, pela qual haverei de me arrepender, mas quem está na chuva é para se queimar, ensina um filósofo contemporâneo.

Dos 135 milhões de eleitores, metade tem o primeiro ciclo/primário/fundamental , seja lá como queiram chamá-lo, incompleto.

O que diabo concluirá uma pessoa com dificuldade para desvendar os mistérios da regra de três, diante de afirmações relativas à necessidade de criar incubadoras de empresas, do aumento das linhas de crédito do BNDES com recursos do Tesouro, com a (in)utilidade de se introduzir barreiras cambiais, ou a mudança dos programas assistenciais?

Talvez seja essa a causa à qual se devem essas escaramuças às quais temos o privilégio de assistir. Bater no fígado pode ser mais produtivo. ( ou ‘de baixaria todos entendemos’). Há um risco, conforme às leis da Física Eleitoral. Não só “a cada ação corresponde uma reação igual e no sentido contrário”, como, nesse particular 'campo de definição' a reação pode ser maior que a ação, resultando o moto perpétuo das discussões improdutivas. A banalização do debate reduzido a reclamações – procedentes, é claro – relativas ao desrespeito à Lei Eleitoral, acondimentadas com denúncias motivadas pelo desejo de ‘derrubar’ “Eles” é o que no final das contas, fará a cabeça do eleitor e o levará a votar em “Nós”. É triste, mas parece ser assim. Mais importante do que seduzir um eleitor é incutir-lhe o medo pânico quanto ao possível triunfo do “inimigo”. Em política poucas coisas mudam. Napoleão mandou executar o duque de Enghien, para “ assustar os Bourbons”, dois séculos atrás. Nem sempre a esperança vence o medo no seu estado puro.

Entre FARC, PAC, Trem-bala, Confecom, Consenso de Washington, neoliberalismo etc., a cabeça do eleitor médio vira um autêntico punching ball.

Diante de promessas, comparações com o governo anterior, ataques à privataria, o reality show do debate tem tudo para ser apenas mais um aborrecimento.

Seria desejável encontrar outro tipo de formato, permitindo que cada um dos candidatos apresente num espaço razoável, digamos 10 minutos, por exemplo, as três propostas principais de seu programa, sujeitando-se ao bombardeio dos demais dentro de uma relativa disciplina. Essa é a diferença em relação aos programas gratuitos do segundo turno - doces e soporíferos solilóquios. Duelo de torcidas para o Fla-Flu. Nesse formato, os ataques pessoais, revelações bombásticas, acusações várias e denúncias irrespondíveis perdem espaço.

Caso contrário, teremos pouco mais do que o duelo da desinformação.


Alexandru Solomon, formado pelo ITA em Engenharia Eletrônica e mestrado em Finanças na Fundação Getúlio Vargas, autor de ´Almanaque Anacrônico`, ´Versos Anacrônicos`, ´Apetite Famélico`, ´Mãos Outonais`, ´Sessão da Tarde`, ´Desespero Provisório` , ´Não basta sonhar`, ´Um Triângulo de Bermudas` e ´O Desmonte de Vênus` (Ed. Totalidade). Nas livrarias Cultura, Siciliano e ´Pega Sonho``: Rua Martinico Prado, 372 – Higienópolis – SP – Tel.: (11) 3668-2107)| E-mail do autor: asolo@alexandru.com.br

Celso Fernandes, jornalista, escritor.
Colunista de Moda, TV e Literatura. Assessoria de imprensa.
Visite meu blog: http://modarougebatom.blog.terra.com.br
http://modarougebatom.blogspot.com
http://twitter.com/celsocolunista
Leia Mais...

O papel da ‘outra’

"Ser amante é descobrir o lado clandestino que há em si e confrontar-se com medos e desejos secretos"


“Eu guardo em mim um segredo. Bem escondido de olhares alheios, este ficheiro secreto é parte de mim. Quando estou com ele, vivo momentos afortunados que compensam o frio da ausência, na hora em que ele retorna a casa.” Para Manuela F., de 33 anos, divorciada, é preferível assim. Mãe de uma criança com oito anos, a assessora trabalha a tempo inteiro num parque de tecnologias. Entre as tarefas caseiras e a função de mãe consegue ter raros, mas preciosos, momentos de lazer. E espaço, pela primeira vez desde o divórcio, para sonhar de novo com o braço de alguém ali à mão. Um dia, deu por si a flirtar com o técnico de marketing do departamento onde ela se dirigia, amiúde, para entregar o plano de trabalhos das reuniões semanais com chefias. Por diversas vezes, cruzou-se com ele no refeitório. Renasceu nela o desejo de voltar a sentir aqueles sinais de arrebatamento, os choques hormonais que levam a cabeça até à Lua. “Deixei-me ser vista, desejada, apreciada. Pela primeira vez, concebi para mim que podia ter um caso com ele.” Ou melhor, ser a amante dele, porque, reparou depois, ele já tinha aliança (que é como quem diz, uma “dona”).

“Um amante é um homem em part-time, um vínculo precário, como o dos recibos verdes”, explica Manuela. Com ela, ele só tem permissão para estar no seu melhor. É a regra de ouro que torna suportáveis os danos emocionais da incerteza e da disponibilidade escassa. Não admira que diga: “Não tenho a obrigação de lhe lavar o pijama, de lhe aturar as neuras e de lhe arrumar as coisas”, como que a convencer-se a si mesma de que é preferível viver as leis da atracção em regime de “colaboração” do que na pele de “funcionária do quadro” – a rival que a faz sofrer, nas fases de ciúme vividas em silêncio. Manuela parece egocêntrica, fria. Como ela, muitas mulheres que se envolvem com homens inacessíveis para um compromisso acabam por, sem se dar conta, desenvolver um mecanismo de defesa para lidar com a eventual frustração de ter um parceiro “a dias”, ou melhor, “a horas”. “Não tinha a intenção de viver uma paixão impossível”, confessa. Porém, acabou por se render ao apelo da paixão secreta. “Perdoa-se o mal que faz pelo bem que sabe”, acrescenta. O bem, esse “consolador” de carne e osso, instalou-se de vez nos hábitos diários, tão natural e necessário como o café da manhã.Tudo correria assim, sem sobressaltos, se não entrasse o factor temporal em cena.Quanto mais tempo se mantém um affair, maiores as probabilidades de um dos dois ficar envolvido ou criar expectativas difíceis de realizar, segundo algumas investigações.

Hoje sabe-se que uma paixão dura, em média, de seis meses a um ano. Segundo as teorias evolucionistas, o corpo dá sinais de desgaste a partir deste intervalo de tempo, mostrando-se biologicamente incapaz de gerir a turbulência dos neurotransmissores e hormonas. Ao fim de algum tempo, uma relação tende a “defender-se” biologicamente dos efeitos do stress passional, mudando o seu registo: o casal entra numa fase estabilizada, mais serena e sexualmente diferente. Aí começam os problemas. A regra de ouro da candidata a “amante” é nunca se envolver. E quem infringe a regra também se candidata a ter muitas dores de cabeça e ressacas de desilusão. Ou não.A amante realista, mesmo sem o saber, é o porto de abrigo, o amortecedor de uma relação conjugal (que se mantém porque é compensada fora de casa). A amante idealista tende a cair no papel de vítima, sonhando com o que não pode ter e punindo-se por não conseguir ser amada. A esta, resta-lhe fazer aquilo que mais teme: renunciar ao triângulo, desistir de lutar (o amor dispensa luta), libertando-se assim do fardo da culpa.

Por: Clara Soares
Portugal
fonte: www.maxima.pt

Amantes

Honoré de Balzac disse que é mais fácil ser amante que marido (ou esposa): “É mais fácil ser oportuno e engenhoso de vez em quando do que todos os dias”.

As amantes dividem-se em duas categorias: as libertinas, dadas a viver intensas paixões; e as infractoras (que se envolvem com homens descomprometidos, estando casadas, ou se envolvem com alguém que tem aliança).
Leia Mais...

CBF e AFA confirmam nova Copa Roca só com jogadores 'locais'

Brasil e Argentina vão disputar troféu a partir de 2011, sem atletas que atuam no exterior. Torneio, que marcou estreia de Pelé, ganhará novo nome

Em 57, Pelé estreou pelo Brasil fazendo um gol na Argentina pela Copa Roca (Foto: Divulgação)

Brasil e Argentina vão se enfrentar pelo menos duas vezes por ano a partir de 2011. Nesta sexta-feira, os presidentes da CBF, Ricardo Teixeira, e da AFA, Julio Grondona, assinaram um acordo em Buenos Aires para a reedição da Copa Roca, torneio que deixou de ser disputado entre as duas seleções depois de1976.

Segundo o site da CBF, uma segunda reunião será marcada entre os dirigentes para a definição das datas e do novo nome da competição. O certo é que as equipes jogarão duas vezes, uma em cada país, para decidir o troféu.

De acordo com o site da AFA, cada seleção usará apenas jogadores que atuam nos países, sem a presença de atletas que jogam por clubes do exterior. Em declarações publicadas pela página da federação argentina, Ricardo Teixeira afirmou que as partidas com os hermanos serão importantes para o desenvolvimento dos jovens atletas brasileiros.

- É um enorme prazer assinar este documento, principalmente para que nossa Seleção comece a utilizar jogadores do futebol local. Todos sabem que a Seleção Brasileira está acostumada a contar com muitos jogadores que atuam no exterior, então me sinto feliz de ter a possibilidade de fazer estes jogos que serão muito bem recebidos no meu país. Ajudará no crescimento e formação dos jovens jogadores locais. Será muito importante também para o futebol sul-americano - disse.

Grondona e Teixeira durante a assinatura do acordo entre Argentina e Brasil (Foto: site da AFA)

A Copa Roca foi disputada 11 vezes entre 1914 e 1976, com oito títulos do Brasil e três da Argentina. Em 1957, Pelé vestiu a camisa amarelinha pela primeira vez em uma partida do torneio: derrota por 2 a 1 para os hermanos, no Maracanã. O Rei do Futebol, que ainda tinha 16, entrou no segundo tempo no lugar de Del Vecchio e fez o gol brasileiro. No jogo seguinte, Pelé voltou a marcar e o Brasil venceu por 2 a 0, no Pacaembu, garantindo o título.

Depois da primeira edição em 1914, quando o Brasil conquistou a taça, o torneio foi realizado em 1922 (Brasil campeão) e 1923 (Argentina). Em seguida, os hermanos ganharam o troféu em 1939 e 1940. Em 1945, 1957, 1960, 1963, 1971 e 1976 a seleção canarinho ficou com o título.

GLOBOESPORTE.COM
Leia Mais...

Mischa Barton exibe corpo esbelto em vestido duvidoso

"Mischa Barton ficou assustada ao ser fotografada"


Após uma série de complicações com o consumo de álcool e drogas, que a fez ganhar alguns quilos extras, a atriz Mischa Barton exibiu uma silhueta de dar inveja a qualquer mulher.

Visivelmente mais magra, ela curtiu a noite de Londres com um grupo de amigos na quinta-feira (29). De acordo com o Daily Mail, ela foi a um pub em Kensington e depois jantou pizza.

A estrela da série The O.C. chamou atenção por dois motivos: o cabelo tingido com um tom bem forte de loiro e com seu vestido cheio de aberturas. Embora seja assinado pela badalada grife Miu-Miu, o traje da moça chamou a atenção das pessoas que passavam por ela.

Foto: Reprodução
Redação Terra
Leia Mais...

Site publica imagem inédita de Lindsay Lohan como Marilyn Monroe

"Lindsay Lohan na clássica cena de Marilyn Monroe e sua saia esvoaçante"


O site TMZ divulgou nesta sexta-feira (30) foto inédita de Lindsay Lohan como Marilyn Monroe, nos bastidores do filme The Underground Comedy. Lindsay gravou cenas da película poucos dias antes de ir para a prisão, no dia 20 de junho.

Na imagem, Lindsay aparece na clássica e sensual cena de Marilyn segurando o vestido branco e esvoaçante, porém usando a nada charmosa tornozeleira anti-álcool, com a qual foi obridada a circular por um bom tempo.

No filme, Lindsay fará uma Marilyn Monroe em constante ação, pegando em armas e disparando contra paparazzi.

Foto: Reprodução
Redação Terra
Leia Mais...

Destaque


Entretenimento

Mais Entretenimento...

Esportes

Mais Esportes...

Negócios

Mais Negócios...

Arte & Cultura

Mais Arte & Cultura...

Lifestyle

Mais Lifstyle...

Tecnologia

Mais Tecnologia...

Comportamento

Mais Comportamento...
 

Colunistas: Sylvio Galvão Ver Matérias | Evaldo Costa Ver Matérias | Copyright ©  2008 - 2010 - By: Revista AtrevidaX | Magazine Style Site Meter