Domingo, Março 14, 2010

Sussurrar pode salvar seu relacionamento



Gritar com seu chefe pode fazer bem à saúde – mas obviamente não ao seu emprego. De acordo com um estudo realizado durante uma década com 2.755 homens publicado recentemente, as pessoas que não verbalizam o stress têm o dobro de chances de sofrer um ataque cardíaco, quando comparadas com aquelas que dão vazão à sua raiva.


Embora gritar e liberar o stress possa ser bom em alguns locais, a ideia não é nada boa para a sua vida em casa. Em relação aos relacionamentos, principalmente aqueles que já têm problemas, a melhor ideia é sussurrar. A psicóloga forense Kerry Daynes é especializada em relacionamentos e afirma que casais fariam um bem ao relacionamento deixando a voz baixa.

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“Quando os casais têm uma comunicação difícil, sussurrar pode ser uma técnica boa”, diz. “Ela requer que as duas partes do casal façam um esforço para escutar o que o outro está dizendo, e a pessoa que fala tende a diminuir a velocidade da fala e pensar mais no que está dizendo”, explica Daynes. “Enquanto isso, a pessoa que escuta tem que se concentrar para ouvir o que está sendo dito, e pode escutar melhor do que normalmente”, completa.

A terapia do sussurro foi aceita com entusiasmo em Hollywood. Brad Pitt e Angelina Jolie, que sofreram com matérias especulando sobre o fim de seu casamento, silenciaram as especulações no início do ano, quando mostraram sussurros íntimos na estréia de um filme. A atriz foi vista sorrindo no tapete vermelho enquanto o marido sussurrava algo em seu ouvido esquerdo.

Outro casal famoso se rendeu ao poder do sussurro para salvar o casamento: Madonna e Guy Ritchie utilizaram uma técnica encorajada pela cabala, a filosofia de vida seguida pela cantora. De acordo com a cabala, passar pensamentos bons para o parceiro em público pode ajudar nos relacionamentos. A cada quinze minutos, os casais devem se olhar e se tocar gentilmente, e sussurrar uma palavra que demonstra o que eles gostam um no outro.

Como foi amplamente divulgado, a técnica não funcionou para este casal, que se separou algumas semanas depois de ter sido avistado em um tapete vermelho elogiando um ao outro. Ainda assim, a psicoterapeuta Hettie Hunter, especializada em relacionamentos, afirma que falar mansamente é uma ferramenta útil para casais que se afastaram mas que têm vontade de recuperar a relação.

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“O poder do sussurro é algo que adquirimos desde o nascimento”, explica Hunter. “A voz baixa e o toque são nossas primeiras experiências sensoriais, e são uma parte importante do processo de criação de laços: as mães cantam em voz baixa e sussurram para os bebês”, diz a especialista.

Daynes afirma que o sussurro pode ser também uma maneira de recuperar o período de lua-de-mel do relacionamento: “Ele ajuda a criar uma atmosfera de intimidade, e no início dos relacionamentos é comum falar baixinho com os parceiros”, diz. Além disso, o poder do sussurro é maior do que apenas as palavras que são ditas, afirma a psicóloga. “O sussurro requer proximidade, você precisa ficar próximo à cabeça do parceiro para falar”, diz.

Ouvido direito ou esquerdo?

De acordo com pesquisas, também ajuda sussurrar no ouvido “certo”: um estudo realizado na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostra que palavras emocionais foram consideradas mais poderosas e foram mais bem lembradas quando são faladas para o ouvido esquerdo. Mensagens não-emocionais, como instruções ou direções para um local, foram mais bem lembradas quando ditas no ouvido direito, o lado do corpo controlado pela parte lógica do cérebro.

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Daynes admite, entretanto, que é necessário muito mais do que palavras doces no ouvido correto para salvar um casamento, mas a vontade de tentar mostra um compromisso com a relação. “É uma estratégia simples, e casais com problemas devem também considerar procurar ajuda profissional para aprender a negociar, discutir construtivamente e dar retorno ao parceiro sem criticá-lo”, explica. “Usar só o sussurro para salvar o relacionamento é como diminuir o volume da televisão quando você deveria mudar o canal”, diz a especialista.

Fonte: Telegraph
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Fomos projetados para a monogamia?



Apenas 3 ou 5% das quase 5 mil espécies de mamíferos (incluindo os humanos) formam laços duradouros e monógamos com os mais notórios sendo os castores, lobos e alguns morcegos.

A monogamia social é um termo que se refere a criaturas que formam casais e criam seus filhotes, mas ainda tem “casos” extraconjugais. Casais sexualmente monógamos se acasalam apenas com um parceiro. Portanto um marido que trai a esposa com outra relação romântica e volta para casa em tempo de colocar as crianças na cama seria considerado socialmente monógamo.

Além disso, a definição de monogamia, para os cientistas, varia.

Psicólogos evolucionários já sugeriram que os homens êem maior possibilidade de ter sexo extraconjugal, parcialmente devido à necessidade masculina de “espalhar os genes” através da disseminação de esperma. Tanto mulheres como homens, dizem estes cientistas, tentam melhorar seu progresso evolucionário ao procurar parceiros de alta qualidade, embora o façam de maneiras diferentes.

A parceria comprometida entre um homem e uma mulher evoluídos, dizem alguns, é para o bem-estar das crianças.

“As espécies humanas evoluíram para formar compromissos entre homens e mulheres com o propósito de cuidar das crianças, portanto isso é um laço”, disse Jane Lancaster, uma antropóloga evolucionária da Universidade do Novo México (EUA). “No entanto esse laço pode se enquadrar em todo o tipo de padrões de casamento: poligamia, pais e mães solteiros, monogamia.”



A espécie humana é única entre os mamíferos no fator investimento dos pais ao criar os filhos.

“Nós sabemos que com os humanos há um laço entre o casal que é bastante forte, e há mais investimento paterno do que na maioria dos demais primatas”, disse Daniel Kruger, psicólogo social e evolucionário da Universidade de Michigan (EUA). “Nós somos especiais neste aspecto, mas ao mesmo tempo, como a maioria dos mamíferos, nós somos uma espécie polígama.” Daniel disse que os humanos são considerados “levemente polígamos”, pois os homens se acasalam com mais de uma fêmea.

Se as pessoas casadas ou com outros tipos de compromissos procuram por mais sexo, isso depende dos custos e benefícios.

“Há bastante evidência de que os homens têm menos a perder do que as mulheres ao ter sexo extraconjugal”, disse Jane. “Por ter menos a perder é mais fácil para que eles o façam.”

As mulheres, no entanto, podem perder os recursos do “papai” no que tange a cuidar dos filhos. “Para a mulher o bem-estar das suas crianças não é maior por causa da promiscuidade”, disse Jane ao LiveScience.com.

Alguns cientistas vêem tanto a monogamia social como a sexual em humanos como estrutura social ao invés de como um estado natural.

“Eu não acho que sejamos animais monogâmicos”, disse Pepper Schwartz, professora de sociologia da Universidade de Washington em Seattle, EUA. “Um animal realmente monogâmico é o ganso, que nunca se acasala novamente mesmo que seu parceiro (a) seja morto (a).”

Ela adicionou que a “monogamia é inventada para haver ordem e investimento, mas não necessariamente porque é `natural´.”

Fonte: hypescience.com
Foto: capturada na internet
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EGITO: Egiptomania invade museu do estado de Paraná, no Brasil



Cerca de 200 peças contemporâneas baseadas no Antigo Egito estão em exposição no Museu Egípcio e Rosacruz em Curitiba, Paraná. A mostra pode ser vista até o final de maio.

Por Aurea Santos


São Paulo – Brinquedos, peças decorativas, canetas, borrachas, jogos educativos, filmes e outras peças inspiradas no Antigo Egito formam a exposição Egiptomania, montada no Museu Egípcio e Rosacruz, em Curitiba, Paraná, e que pode ser vista até o final de maio.

“A idéia da exposição é mostrar como o Antigo Egito continua presente por meio das criações contemporâneas”, explica Vivian Tedardi, supervisora cultural da Ordem Rosacruz, instituto proprietário do museu.



Exposição conta com 200 peças inspiradas no Antigo Egito

Vivian conta que a exposição reúne peças do Brasil e do exterior que possuem elementos que remetem à época dos faraós, como bonecos de múmias e da rainha Cleópatra, por exemplo. Os objetos pertencem ao acervo pessoal do arqueólogo Moacir Elias Santos.

Para quem quiser entender melhor o que é a Egiptomania, o museu organiza, no dia 20 de março às 15 horas, uma mesa redonda com quatro especialistas no assunto da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

“Eles falarão da nova maneira de estudar o Antigo Egito, que é analisando seus elementos na atualidade”, explica Vivian.

Os temas discutidos serão: “História da Egiptomania no Brasil (Séculos XIX, XX e XXI), “Pirâmides do Antigo Egito: Imagens no Cotidiano Brasileiro (Séculos XX e XXI)”, “A Egiptomania Presente em Charges da Imprensa Brasileira Através da Figura da Esfinge (Séculos XX e XXI)” e “Cleópatra: A Construção de um Mito”.

O Museu Egípcio e Rosacruz, que completa 20 anos em 17 de outubro, monta cerca de quatro exposições por ano. Os visitantes que forem ver a mostra sobre Egiptomania podem apreciar ainda o acervo permanente do museu, que possui, aproximadamente, 250 peças, incluindo uma múmia verdadeira.

Serviço

Exposição Egiptomania
Museu Egípcio e Rosacruz
Rua Nicarágua, 2641 – Curitiba, PR
Tel: (41) 3351-3024
De segunda à sexta-feira: das 8h às 12h e das 13h às 17h30
Sábados: das 14h30 às 17h
Entrada gratuita

Fonte: Agências de Notícias Brasil-Árabe
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Musas do Rock N’ Roll



Nem só de marmanjos feios, sujos e barbados vive o Rock N’ Roll. As meninas estão ganhando cada dia mais espaço no mundo do rock, esbanjando beleza e sensualidade e colocando pra escanteio o pensamento antiquado de que rock é coisa só pra macho.

Elas estão por todos os cantos do globo, seja em bandas formadas somente por mulheres ou acompanhadas dos homens. Umas são famosas, outras nem tanto e algumas são praticamente desconhecidas mas todas tem a beleza em comum. Apreciem agora algumas musas metálicas (sem ordem de preferências).


Simone Simmons – Epica



Sharon Den Adel – Within Temptation



Karin Axelsson – Sonic Syndicate



Mariangela Demurtas – Tristania



Vanilla Ninja



The Iron Maidens



Tarja Turunen – Ex-Nightwish



Vibeke Stene – Ex-Tristania



Angela Gossow – Arch Enemy



Doro Pesch – Warlock



Annette Olzon – Nightwish



Floor Jansen – After Forever



Cristina Scabbia – Lacuna Coil



Gwen Stefani – No Doubt



Header Findlay – Mostly Autumn



Lita Ford



Liv Kristine – Leave’s Eyes



Crucified Barbara



The Donnas



Helen Vogt – Following Tears



Tanja Lainio – Lullacry



Amy Lee – Evanescence




Fonte: rodzonline
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Os melhores cartazes pornô






















Fonte: Megacubo
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Sábado, Março 13, 2010

Vaticano: 3000 acusações de pedofilia entre 2001 e 2010



Cerca de 3000 acusações de pedofilia contra padres foram tratadas pela justiça do Vaticano entre 2001 e 2010 por casos ocorridos nos últimos 50 anos, indicou hoje um responsável do Vaticano.

De 2001 a 2010, houve cerca de 3000 acusações contra padres diocesanos ou religiosos por crimes cometidos nos últimos 50 anos, declarou monsenhor Charles J. Scicluna do Ministério Público do Tribunal da Congregação para a Doutrina da Fé numa entrevista ao Avvenire, jornal da Conferência Episcopal italiana.

Cerca de 60% dos casos referem-se a atos de "efebofilia", ou seja, atração física entre adolescentes do mesmo sexo, 30% a relações heterossexuais e os restantes 10% a verdadeira pedofilia, ou seja, uma atração sexual por rapazes impúberes, refere o prelado.

Fonte: Diário Digital
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